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Relacionamentos
| por Maria Célia da Silva

Maria Célia da Silva

CRP: 05/63589

 

Os relacionamentos atuais passaram por grande transformação nos últimos 20 anos.

 

O cotidiano tende a cair no piloto automático e, com isso, não costumamos perceber as transformações sociais que impactam diretamente as nossas vidas e relações. Os números de divórcios aumentaram, e as famílias formadas por outras famílias ou mães solos também se multiplicaram.

 

Hoje em dia as redes socias possibilitaram conhecer mais pessoas, marcar encontros e suprir a saudade via videoconferência. Mas também surgiram novas preocupações, como as postagens (ou a falta delas) exibindo o relacionamento, os comentários insinuantes de amigos ou conhecidos e novas possibilidade de traição. 

 

Essas mudanças não são ruins por si só. São resultados das transformações comportamentais e pensamento das populações. A dinâmica do relacionamento conjugal se modifica em toda a sociedade no mundo com o tempo, criando preocupações e alegrias inéditas. 

 

Os problemas mais comuns dos relacionamentos conjugais possuem diversas origens. Às vezes são criados de insegurança de uma das partes do casal. O medo de perder a pessoa amada pode acabar transformando esse temor em realidade por gerar conflitos, discussões e comportamentos obsessivos.

 

Já em outros casos, ambos cônjuges estão fora de sintonia e acaba não sabendo como retomar esse equilíbrio inicial do relacionamento. Acabam não percebendo que uma relação precisa de constante manutenção assim como qualquer laço formado entre as pessoas, seja entre amigos, família ou colegas de trabalho. 

 

Quando a manutenção da relação não é feita, é bem provável que ‘’do nada ‘’os parceiros olhem um para o outro e encontrem indivíduos estranhos. Não sabendo como passar tempo juntos e essa falta de jeito esfria a relação do casal deixando de compreender o porquê de estarem juntos.

 

Outros problemas enfrentados pelos casais da modernidade são: comunicação ineficiente, comportamento rígido ou inflexível de um dos parceiros, foco só nos próprios desejos e vontades, não considerando os do outro, palpite excessivo dos familiares e amigos, comentários, brigas ou discussões com xingamentos, gritaria e palavras ríspidas etc.

 

Muitas das causas dos problemas podem ser resolvidos, com diálogos. Mas quando o relacionamento conjugal demonstra ter comunicação ineficiente, encontrar soluções é um desafio. Neste contexto, as chances de problemas pequenos se tornarem grandes é muito maior. A terapia é uma opção quando o casal não consegue mais resolver os problemas, deseja ficar bem, resolvê-lo juntos independente se forem permanecerem juntos no relacionamento ou não.

Maria Célia da Silva

CRP: 05/63589

 

Sou graduada pela Estácio de Sá. Tenho formação em abordagem Terapia Cognitivo Comportamental.

Minha missão é ajudar as pessoas a viverem de forma mais leve, e minha atuação é pautada pelos seguintes valores: profissionalismo, ética, eficácia, empatia e respeito.

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Administrado por Tatiana Perez (CRP 07/26032)
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